Dizia ele: "Uma boa vida tem como base o sentido do que queremos para nós em cada momento e daquilo que, realmente vale como principal".
Assim sendo, ele traçou 20 regras de vida que foram colocadas em destaque no Instituto Francês de Ansiedade e Stress, em Paris.
Dizem os "experts" em comportamento que, quem já consegue assimilar 10 delas, com certeza aprendeu a viver com qualidade interior.
Ei-las:
01) Faça pausas de dez minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo.Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas atitudes.
02) Aprenda a dizer não sem se sentir culpado ou achar que magoou. Querer agradar a todos é um desgaste enorme.
03) Planeje seu dia, sim, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso,consciente de que nem tudo depende de você.
04) Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam os seus quadros mentais, você se exaure.
05) Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho, casa,no grupo habitual. Por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua atuação, a não ser você mesmo.
06) Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos. Não é você a fonte dos desejos,o eterno mestre de cerimônias.
07) Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.
08) Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.
09) Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem também achar que é o máximo a se conseguir na vida.
10) Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias enquanto ansiedade e tensão. Espere um pouco e depois retome o diálogo, a ação.
11) Família não é você. Está junto de você. Compõe o seu mundo,mas não é a sua própria identidade.
12) Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso, a trave do movimento e da busca.
13) É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e falar abertamente ao menos num raio de cem quilômetros. Não adianta estar mais longe.
14) Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.
15) Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental; escute o que falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.
16) Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo! Para quem quer ficar esgotado e perder o melhor.
17) A rigidez é boa na pedra, não no homem. A ele cabe firmeza, o que é muito diferente.
18) Uma hora de intenso prazer substitui com folga 3 horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.
19) Não abandone suas 3 grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a inocência e a fé!
20) E entenda de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente: Você é o que se fizer ser!
É um Blog de variedades! Trata de assuntos diversos, porque na vida é preciso diversificar!
16 de ago. de 2011
15 de ago. de 2011
Blogueira(o) só se Fode!
Alguns frequetadores do Blog sentiram-se ultrajados com o título de duas postagens feitas nessas ultimas semanas, onde lê-se: "Mãe é Foda" e "Marido é Foda".
Ao invés de responder individualmente, as mensagens diretas recebidas por e-mail, Facebook e comentários ofensivos e, propositalmente deletados, por praticidade optei em esclarecer o assunto aqui, vamos lá!
1 - Não acho a palavra ofensiva, penso que é muito mais um preconceito, porque ela possui segundo o dicionário, sinônimos e derivações com sentido nada pejorativo e até bastante corriqueiros, por exemplo:
FODA é a forma regressiva do verbo FODER, significa ter relação sexual, copular, praticar coito.
FODIDO(A) é deixar ou ficar em mau estado, destruído ou prejudicado. (Que eu discordo totalmente, soando quase como um antônimo, já que "foder" proporciona prazer)
FODA ou FODA-SE, são definidas como interjeições designativas de admiração, surpresa, espanto, indignação, etc.
2 - Dizer que a "Mãe é Foda!", não é ofensivo, porque se ela é mãe, é porque já fodeu (ops! manteve relações sexuais) com o pai, certo?
No Post em questão, é uma interjeição de admiração, por sua admirável habilidade em ponderar e quetionar os dois lados da questão.
3 - Já em relação ao "Marido é Foda!", é até mais óbvio o ato da foda do que no caso da mãe, porque penso que não há nenhuma esposa que nunca fodeu com o marido, estou errada? Ou melhor, para não ferir os ouvidos (olhos) sensíveis, copulou ou praticou o coito?
Ao dizer que "Marido é Foda!", empreguei o sentido de uma interjeição de indignação, porque em todas as situações ali expostas, eles demonstram uma condição de "nonsense", muito tipico nos homens e que sempre nos causam espanto.
4 - Como mesmo estando calcada em meus conhecimentos ao escrever e como é praxe, sempre que surgem dúvidas ou contradições, costumos ampliar minhas pesquisas e aprimorar meus horizontes, fui ao Google e encontrei a seguinte explicação para a origem da palavra FODA, que até então eu imaginava ser derivada do latim futuo ére, que significa "ter relações sexuais com uma mulher", que sempre me causou estranhesa, porque subentende-se que só a mulher pode ser fodida, mas sobre isso podemos discutir e questionar outra hora, agora vamos a explicação histórica que encontrei:
Antigamente, na Inglaterra, as pessoas que não fossem da família real, tinham que pedir autorização ao Rei para terem relações sexuais.
Por exemplo: quando as pessoas queriam ter filhos, tinham que pedir consentimento ao Rei, que, então, ao permitir o coito, mandava entregar-lhes uma placa que deveria ser pendurada na porta de casa com a frase:
"Fornication Under Consent of the king"
(fornicação sob consentimento do rei)
Que originou a sigla F..U.C.K.
Daí a origem da palavra chula FUCK.
Já em Portugal, devido à baixa taxa de natalidade, as pessoas eram obrigadas a ter relações:
"Fornicação Obrigatória por Despacho Administrativo"
Cuja sigla é F.O.D.A.
Daí a origem da palavra FODA.
Por sua vez, quem fosse solteiro ou viúvo, tinha que ter na porta a frase:
"Processo Unilateral de Normalização Hormonal por Estimulação Temporária Auto-induzida".
De onde originou-se a sigla P.U.N.H.E.T.A.
Aprenderão? Entendem agora porque não acho a palavra FODA um palavrão que mácula a moral e os bons costumes?
Podemos até usá-la, e muito, tendo conhecimento e cultura para isso!
Se você entendeu, saiba que te acho FODA!!!!!
Caso contrário, mantendo toda a elegância do Post anterior...
14 de ago. de 2011
Elegância
A vida moderna caracteriza-se pela informalidade, pela pressa e pelas mudanças constantes.
Hábitos até pouco tempo bastante difundidos, hoje são raros.
A carta escrita a mão foi substituída por mensagem via e-mail.
Poucos homens permanecem puxando a cadeira para suas companheiras ou abrindo a porta do carro para elas.
Malgrado todo o interesse por almas gêmeas e temas da espécie, o romantismo parece quase extinto.
Há muita afoiteza em começar, consumar e terminar os relacionamentos.
Prestar atenção no companheiro, identificar seus sonhos e os tesouros de seu mundo íntimo, tudo isso se afigura terrivelmente fora de moda.
Tal descuido com a essência do ser humano está presente em quase todas as espécies de relações.
Tem-se pressa para tudo.
Essa urgência desmedida faz com que regras básicas de educação sejam constantemente ignoradas.
Os cumprimentos, quando existem, são lacônicos e despidos de calor.
Uma palavra mal posta é de pronto devolvida.
Não se para para pensar se o interlocutor enfrenta algum problema e por isso se manifesta com rudeza.
Afinal, tem-se pressa, embora raramente se tenha um objetivo nobre a embasar os atos que ela inspira.
Nesse contexto, desentendimentos surgem à toa e rápido degeneram em antipatias e inimizades.
É mais fácil julgar, responder e reagir de plano.
Refletir, compreender, preservar e aprofundar vínculos demanda tempo.
É difícil ignorar as pressões do mundo moderno.
Globalismo, competitividade, empregabilidade, há inúmeros conceitos que inspiram a pressa.
Às vezes até a explicam, mas não a justificam, no trato com o semelhante.
Afinal, a afoiteza não pode justificar converter-se o homem em um bruto insensível.
Para permanecer civilizado, é preciso preservar um pouco da tradicional e boa elegância.
Ao contrário do que talvez sugira, o termo elegância não implica forçosamente a adoção de vestuários requintados e gestos afetados.
Segundo o dicionário, um dos significados de elegância é distinção de maneiras.
Ser elegante é ser distinto, atencioso e polido.
É prestar atenção nas necessidades dos que o rodeiam e tratá-los como pessoas importantes.
Elegância implica abster-se de expressões rudes e não se envolver em discussões ácidas e ferinas.
Elegante é não falar dos ausentes, é não ser uma presença desagradável aos demais.
Para quem responde tudo ao pé da letra e não costuma levar desaforo para casa, ser elegante constitui um grande desafio.
Contudo, quem fala e age sem pensar, cedo ou tarde se arrepende e percebe que fez bobagem.
Atos impulsivos e grosseiros destroem oportunidades pessoais e profissionais.
Ninguém gosta de estar perto de um grosseirão.
Mas você jamais se arrependerá de ser elegante.
Talvez no princípio estranhe não responder quando provocado.
Ser gentil e obsequioso em face de ofensas e grosserias demanda uma boa dose de disciplina.
Mas você colherá os melhores frutos desse novo naipe de comportamento.
Quem o maltratar fatalmente ficará constrangido, ao perceber o esmero de sua educação.
E gradualmente um novo padrão de conduta se estabelecerá em torno de você.
Pense nisso...
CD Momento Espírita - Vol. 14
Ao Meu Pai! - Naquela Mesa - Nelson Gonçalves
"Nos seus olhos era tanto brilho, que mais que sua filha eu fiquei sua fã!"
Meu pai não tocava bandolim... No mais essa música o descreve perfeitamente!
Propositalmente, na linda voz de Nelson Gonçalves, de quem ele era fã incondicional e me ensinou a ser também!
Propositalmente, na linda voz de Nelson Gonçalves, de quem ele era fã incondicional e me ensinou a ser também!
13 de ago. de 2011
Pai de Verdade!
Nenhum slogan marcou mais na memória, que a do comercial do Gelol, onde dizia: "Não basta ser pai, tem que participar!", a frase ficou registrada na mente e redefiniu a função da paternidade para muitos pais, é repetida infinitamente até hoje a todo instante. Inquestionável a verdade contida nela! Esse texto de Silvia Schmidt, que posto na sequência, desenvolve-se sobre o mesmo foco, que posso atestar sem medo de errar que ser um pai assim, é ser um pai exemplo, amigo, orientador, participativo e educador. Mesmo que pareça impossível reunir toda essas qualidades, posso garantir que é possível sim, basta querer e fazer!
Pai de verdade mesmo sabe que ser pai não é simplesmente recolher o fruto de um momento de prazer, mas sim perceber o quanto pode ainda estar verde e ajudá-lo a amadurecer.
Pai de verdade mesmo não só ergue o filho do chão quando ele cai, mas também o faz perceber que a cada queda é possível levantar.
Ele não é simplesmente quem atende a caprichos: ele sabe perceber quando existe verdadeira necessidade nos pedidos.
Pai de verdade mesmo não é aquele que providencia as melhores escolas, mas o que ensina o quanto é necessário o conhecimento.
Ele não orienta com base nas próprias experiências, mas demonstra que em cada experiência existe uma lição a ser aprendida.
Pai de verdade mesmo não coloca modelos de conduta, mas aponta aqueles cujas condutas não devem ser seguidas.
Ele não sonha com determinada profissão para o filho, mas deseja grande e verdadeiro sucesso com sua real vocação.
Ele não quer que o filho tenha tudo que ele não teve, mas que tenha tudo aquilo que merecer e realmente desejar.
Pai de verdade mesmo não está ali só para colocar a mão no bolso para pagar as despesas: ele coloca a mão na consciência e percebe até que ponto está alimentando um espírito de dependência.
Ele não é um condutor de destinos, mas sim o farol que aponta para um caminho de honestidade e de Bem.
Pai de verdade mesmo não diz "Faça isto" ou "faça aquilo", mas sim "tente fazer o melhor de acordo com o que você já sabe" .
Ele não acusa de erros e nem sempre aplaude os acertos, mas pergunta se houve percepção dos caminhos que levaram o filho a esses fins.
Pai de verdade mesmo é o Amigo sempre presente, atento e amoroso - com a alma de joelhos - pedindo a Deus que o oriente na hora de dar conselhos ...
12 de ago. de 2011
Marido é Foda!
Dia dos Pais está aí, mas não podemos nos esquecer que antes de serem pais dos nossos filhos, a grande maioria deles são maridos...
Hoje meu bom humor é dedicado a eles... rs
O marido estava sentado quieto lendo seu jornal quando sua mulher, furiosa, vem da cozinha e senta-lhe a frigideira na cabeça.
Espantado, ele levanta e pergunta:
- Por que isso agora?
- Isso é pelo papelzinho que eu encontrei na sua calça com o nome Marylu e um número.
- Querida, lembra do dia em que fui na corrida de cavalos? Pois é... Marylu foi o cavalo em que eu apostei, e o número foi o quanto estavam pagando pela aposta. Satisfeita, a mulher saiu pedindo 1001 desculpas...
Dias depois, lá estava ele novamente sentado quando leva uma nova porrada, dessa vez com a panela de pressão.
Ainda mais espantado (e zonzo), ele pergunta:
- O que foi dessa vez, meu amor?
- Seu cavalo ligou...
Um paulista deixou as ruas chuvosas de São Paulo para umas férias no Rio de Janeiro, sua esposa estava viajando a negócios e estava planejando encontrá-lo lá no dia seguinte.
Quando chegou ao hotel resolveu mandar um e-mail para sua mulher e como não achou o papelzinho em que tinha anotado o endereço do e-mail dela, tirou da memória o que lembrava e torceu para que estivesse certo.
Infelizmente ele errou uma letra, e a mensagem foi para uma senhora maranhense, cujo marido havia morrido no dia anterior.
Quando ela foi checar os seus e-mails, deu uma olhada no monitor, deu um grito de profundo horror e caiu dura e morta no chão.
Ao ouvir o grito, sua família correu para o quarto e leu o seguinte texto na tela do monitor:
"Querida, acabei de chegar. Foi uma longa viagem. Apesar de só estar aqui há poucas horas, já estou gostando muito. Falei aqui com o pessoal e está tudo preparado para sua chegada amanhã. Tenho certeza de que você também vai gostar. Beijos do seu eterno e amoroso marido.
PS: Está fazendo um calor infernal aqui!!! Se prepare"
No meio da noite o casal é acordado por um disco voador que pousa em seu quintal.
Um casal de marcianos desce da nave e, passado o susto, inicial, os quatro começam a conversar amigavelmente e logo estão sentados no sofá tomando um uísque.
Uma dose aqui, outra ali, daqui a pouco todo mundo estava muito alto e eles resolvem fazer uma troca de casais.
Ansiosa por uma aventura extra-conjugal, a mulher se tranca no quarto e rapidamente tira a roupa do seu parceiro.
Mas qual não foi a sua decepção ao ver o órgão sexual do marciano, devia ter no máximo uns cinco centímetros.
Ao perceber o tom de decepção no rosto da parceira, imediatamente o marciano torceu uma de suas orelhas e seu orgão dobrou de tamanho, uma nova torcida, e o negócio ficou enorme.
Na manhã seguinte, não cabendo em si de tanta satisfação, a mulher vira-se para o marido e pergunta:
- E então, querido, como foi a sua noite com a marciana?
- Horrível! Esta mulher é completamente maluca! Passou a noite inteira torcendo as minhas orelhas!
O Que é Viver Bem?
Um repórter perguntou à CORA CORALINA o que é viver bem?
Ela disse-lhe:
Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo prá você, não pense.
Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo. Eu não digo estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco. É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.
Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos e isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida. O melhor roteiro é ler e praticar o que lê.
O bom é produzir sempre e não dormir de dia.
Também não diga prá você que está ficando esquecida, porque assim você fica mais.
Nunca digo que estou doente, digo sempre: estou ótima.
Eu não digo nunca que estou cansada. Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansada e esquecida, mais esquecida fica.
Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então silêncio!
Sei que tenho muitos anos.
Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha não. Você acha que eu sou?
Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser. Filha dessa abençoada terra de Goiás.
Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos.
Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo.
Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.
O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.
Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça.
Digo o que penso, com esperança.
Penso no que faço, com fé.
Faço o que devo fazer, com amor.
Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.”
"Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o DECIDIR."
Ela disse-lhe:
Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo prá você, não pense.
Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo. Eu não digo estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco. É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.
Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos e isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida. O melhor roteiro é ler e praticar o que lê.
O bom é produzir sempre e não dormir de dia.
Também não diga prá você que está ficando esquecida, porque assim você fica mais.
Nunca digo que estou doente, digo sempre: estou ótima.
Eu não digo nunca que estou cansada. Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansada e esquecida, mais esquecida fica.
Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então silêncio!
Sei que tenho muitos anos.
Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha não. Você acha que eu sou?
Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser. Filha dessa abençoada terra de Goiás.
Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos.
Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo.
Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.
O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.
Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça.
Digo o que penso, com esperança.
Penso no que faço, com fé.
Faço o que devo fazer, com amor.
Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.”
"Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o DECIDIR."
Cora Coralina
10 de ago. de 2011
Transforme Seu Veneno Em Perfume...
Não tenho mais tolerância para a maledicência
e para aquelas pessoas que só conseguem estabelecer uma conversa, citando algum
conhecido em comum, com frases venenosas ou recheadas de ironia; ou fazem
comentários tão inadequados a respeito de nós mesmos, que denotam claramente
que, ao estarem com outros, comentam (e o que comentam) sobre nós.
A maledicência atrapalha qualquer convivência. Só atrai pessoas afins, que se deleitam em
“falar da vida alheia” esquecendo-se que só estão imunes a ela, enquanto estão
presentes. Diz um ditado árabe que: "Se alguém fala mal dos outros para ti, falará
mal de ti para os outros”; assim, mais cedo ou mais tarde, irão beber desse
mesmo veneno, que vão destilando pouco a pouco.
A palavra é um instrumento valioso que, quando mal utilizado,
pode tornar-se uma arma da impiedade, da maledicência e da revolta. As palavras
têm o poder de causar o bem e o mal. É uma questão de escolha, pois da mesma maneira que usamos a faca para
preparar o alimento, podemos usá-la para matar. Há muitos personagens na
história da humanidade, detentores de belos discursos, que usaram esse dom para
gerar guerras, mortes e ódio; enquanto outros, falaram de paz, salvaram vidas e
pregaram o amor. É só escolher...
É abominável quando usamos as palavras para atacar, ferir e
denegrir os outros. Curiosamente, a maioria dos que agem assim, não se dão
conta que fazem isso para diminuir aqueles que os fazem sentir-se inferiores.
Muitas vezes são movidos pela inveja, pela incapacidade de fazer melhor que
aquele a quem critica. Não há tormento maior para o invejoso que a inveja que
sente e que lhe corrói a alma; pessoas maledicentes são sempre seres inferiores
e invejosos.
Enquanto observam as falhas e defeitos dos outros, cultivando
o hábito da critica, ferindo e tentando salientar o lado ruim dos demais, ou
indiretamente, tentando dar notoriedade a pequenos deslizes e erros por esses
cometidos, os “fofoqueiros” despejam o pior de si mesmo, sem aperceber-se disso.
Devemos voltar nossos olhos para nós mesmos, analisar nosso
comportamento, como conduzimos nossas vidas e não como os outros direcionam a
deles. Precisamos buscar aperfeiçoar nosso espírito imortal, entendendo que
estamos em um mundo de expiação, que nada mais é do que uma fase de
aprendizagem e melhoramento. Não é possível elevarmos nossos saber, se não olharmos
atentos as nossas atitudes, ao invés de nos ocuparmos em projetar nossas frustrações
em cima dos demais.
Precisamos conhecer nossas fraquezas, defeitos e limitações,
antes de tentarmos olhar e comentar os dos nossos semelhantes. Falar dos outros
é sempre mais fácil, do que munir-se de coragem e tentarmos olhar para nossa
vida como ela é, apesar de vivermos em uma sociedade, somos seres individuais
em com uma jornada particular de evolução a ser cumprida.
Somos todos imperfeitos, todos praticamos o mal, todos nós
somos falhos e defeituosos; se assim não fosse, que aprimoramentos estaríamos buscando?
Para que estágios ambicionaríamos elevar-nos? O problema está em vermos o mal
apenas nos demais, para denegrir sua imagem perante os outros para nos
sentirmos melhores e maiores.
Necessário se faz que comecemos por nós mesmos, nos
corrigindo e, antes de tudo, sendo severos conosco e tolerantes com os nossos
irmãos.
Falar mal da vida alheia é um vício que prejudica muito mais
quem o pratica, do aquele a quem se tenta ferir. Assim, transforme seu veneno em
perfume...
By Nádia Tayar
9 de ago. de 2011
O Segredo do Xixi Feminino!
Colaboração de Patrícia de Brito (Madrinha do Blog)
O grande segredo de todas as mulheres com relação aos
banheiros é que quando pequenas quem as levava ao banheiro era sua mãe.
Ela ensinava a limpar o assento com papel higiênico e
cuidadosamente colocava tiras de papel no perímetro do vaso e instruía:
"Nunca, nunca sente em um banheiro público"
E, em seguida, mostrava "a posição", que consiste
em se equilibrar sobre o vaso numa posição de sentar sem que, no entanto, o
corpo entre em contato com o vaso.
"A Posição" é uma das primeiras lições de vida de
uma menina, super importante e necessária, e irá nos acompanhar por toda a
vida.
Quando você TEM que ir ao banheiro público, encontra uma
fila de mulheres, que faz você pensar que o Brad Pitt deve estar lá dentro.
Você se resigna e espera, sorrindo para as outras mulheres
que também estão com braços e pernas cruzados na posição oficial de "estou
me mijando".
Finalmente chega a sua vez.
Você, então verifica cada cubículo por baixo da porta para
ver se há pernas. Todos estão ocupados.
Finalmente, um se abre e você se lança em sua direção quase
puxando a pessoa que está saindo.
Você entra e percebe que o trinco não funciona (nunca
funciona); não importa... Você pendura a bolsa no gancho que há na porta e se
não há gancho (quase nunca há gancho), você inspeciona a área... O chão está
cheio de líquidos não identificados e você não se atreve a deixar a bolsa ali,
então você a pendura no pescoço enquanto observa como ela balança sob o teu
corpo, sem contar que você é quase decapitada pela alça porque a bolsa está
cheia de bugigangas.
Mas, voltando à porta...
Como não tinha trinco, a única opção é segurá-la com uma
mão, enquanto, com a outra, abaixa a calcinha com um puxão e se coloca "na
posição".
Alívio... Ahhhhhh... finalmente...
Aí é quando os teus músculos começam a tremer...
Porque você está suspensa no ar, com as pernas flexionadas e
a calcinha cortando a circulação das pernas, o braço fazendo força contra a
porta e uma bolsa de 5 kg pendurada no pescoço.
Você adoraria sentar, mas não teve tempo de limpar o assento
nem de cobrir o vaso com papel higiênico.
No fundo, você acredita que nada vai acontecer, mas a voz de
tua mãe ecoa na tua cabeça "jamais sente em um banheiro público!!!"
e, assim, você mantém "a posição" com o tremor nas pernas...
Você procura o rolo de papel higiênico, maaassss,
$#!&*$%##$&...!
O rolo está vazio...! (sempre)
Então você pede aos céus para que, nos 5 kg de bugigangas
que você carrega na bolsa, haja pelo menos um miserável lenço de papel.
Mas, para procurar na bolsa, você tem que soltar a porta. Você
pensa por um momento, mas não há opção...
E, assim que você solta a porta, alguém a empurra e você tem
que freá-la com um movimento rápido e brusco enquanto grita: TEM GENTE!!!
Aí, você considera que todas as mulheres esperando lá fora
ouviram o recado e você pode soltar a porta sem medo, pois ninguém tentará abri-la
novamente (nisso, nos respeitamos muito) e você pode procurar teu lenço sem
angústia.
Você gostaria de usar todos, mas quão valiosos são em casos
similares e você guarda um, por via das dúvidas.
Você então começa a contar os segundos que faltam para você
sair dali, suando porque você está vestindo o casaco já que não há gancho na
porta ou cabide para pendurá-lo.
É incrível o calor que faz nestes lugares tão pequenos e
nessa posição de força que parece que as coxas e panturrilhas vão explodir.
Sem falar da porrada que você levou da porta, a dor na nuca
pela alça da bolsa, o suor que corre da testa, as pernas salpicadas...
A lembrança de tua mãe, que estaria morrendo de vergonha se
te visse assim, porque sua bunda nunca tocou o vaso de um banheiro público,
porque, francamente, "você não sabe que doenças você pode pegar
ali"... Você está exausta.
Ao ficar de pé você não sente mais as pernas.
Você acomoda a roupa rapidíssimo e tira a alça da bolsa por
cima da cabeça!...
Você, então, vai à pia lavar as mãos. Está tudo cheio de
água, então você não pode soltar a bolsa nem por um segundo..
Você a pendura em um ombro, e não sabendo como funciona a
torneira automática, você a toca até que consegue fazer sair um filete de água
fresca e estende a mão em busca de sabão.
Você se lava na posição de corcunda de notre dame para não
deixar a bolsa escorregar para baixo do filete de água...
O secador, você nem usa.
É um traste inútil, então você seca as mãos na roupa porque
nem pensar usar o último lenço de papel que sobrou na bolsa para isso.
Você então sai. Sorte se um pedaço de papel higiênico não
tiver grudado no sapato e você sair arrastando-o, ou pior, a saia levantada,
presa na meia-calça, que você teve que levantar à velocidade da luz, e te
deixou com a bunda à mostra!
Nesse momento, você vê o teu carinha que entrou e saiu do
banheiro masculino e ainda teve tempo de sobra para ler um livro enquanto
esperava por você.
"Por que você demorou tanto?" - pergunta o idiota.
Você se limita a responder: "A fila estava enorme"
E esta é a razão porque as mulheres vão ao banheiro em
grupo.
Por solidariedade, já que uma segura a tua bolsa e o casaco,
a outra segura a porta e assim fica muito mais simples e rápido já que você só
tem que se concentrar em manter "a posição" e a dignidade.
Obrigada a todas as amigas que já me acompanharam ao
banheiro.
(Caroline Costa Bernardo)
8 de ago. de 2011
Partida e Chegada
"Quando estiver no túmulo poderei dizer, como tantos outros: 'terminei minha jornada' e não 'terminei minha vida'. Minha jornada recomeçará no outro dia, de manhã. O túmulo não é um labirinto sem saída; é uma avenida, que se fecha no crepúsculo e e volta a abrir na aurora."(Victor Hugo)
Quando observamos da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de rara beleza.
O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.
Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto brando, na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram.
Quem observa o veleiro sumir, na linha do horizonte, certamente exclamará: “já se foi”. Terá sumido? Evaporado? Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.
O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava próximo de nós.
Continua tão capaz como antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.
O veleiro não evaporou, apenas não podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo.
E talvez, no exato instante em que alguém diz: “já foi”, haverá outras vozes, mais além, a afirmar: “lá vem o veleiro!”
Assim é a morte.
Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro, e o vemos sumir na linha que separa o visível do invisível, dizemos: “se foi”.
Terá sumido? Evaporado? Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.
O ser que amamos continua o mesmo, suas conquistas e afeições persistem na nova dimensão espiritual.
Nada se perde, a não ser o corpo físico de que não mais se necessita.
E é assim que, no mesmo instante em que dizemos “já se foi”, no além, outro alguém dirá “já está chegando”.
Chegou ao destino levando consigo as aquisições feitas durante a vida.
Na vida, cada um leva sua carga de vícios e virtudes, de afetos e desafetos, até que se resolva desfazer-se, do que julgar desnecessário ou incômodo.
A vida é feita de partidas e chegadas. De idas e vindas. Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros é a chegada.
Conforme escreveu o poeta francês Victor Hugo – “O berço tem um ontem e o túmulo um amanhã.”
Assim, um dia, todos nós partimos, como seres mortais que somos, ao encontro daquele que nos criou.
O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.
Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto brando, na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram.
Quem observa o veleiro sumir, na linha do horizonte, certamente exclamará: “já se foi”. Terá sumido? Evaporado? Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.
O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava próximo de nós.
Continua tão capaz como antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.
O veleiro não evaporou, apenas não podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo.
E talvez, no exato instante em que alguém diz: “já foi”, haverá outras vozes, mais além, a afirmar: “lá vem o veleiro!”
Assim é a morte.
Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro, e o vemos sumir na linha que separa o visível do invisível, dizemos: “se foi”.
Terá sumido? Evaporado? Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.
O ser que amamos continua o mesmo, suas conquistas e afeições persistem na nova dimensão espiritual.
Nada se perde, a não ser o corpo físico de que não mais se necessita.
E é assim que, no mesmo instante em que dizemos “já se foi”, no além, outro alguém dirá “já está chegando”.
Chegou ao destino levando consigo as aquisições feitas durante a vida.
Na vida, cada um leva sua carga de vícios e virtudes, de afetos e desafetos, até que se resolva desfazer-se, do que julgar desnecessário ou incômodo.
A vida é feita de partidas e chegadas. De idas e vindas. Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros é a chegada.
Conforme escreveu o poeta francês Victor Hugo – “O berço tem um ontem e o túmulo um amanhã.”
Assim, um dia, todos nós partimos, como seres mortais que somos, ao encontro daquele que nos criou.
(Autor desconhecido, adaptado por Rodrigues de Camargo)
(Extraída do livro Preces e Mensagens Espiritais-EME)
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