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6 de jan. de 2013

Percebendo Sensações

Você sabia que é possível entender muitos fenômenos que ocorrem na vida por meio de nossa aura? Esse campo de energia que envolve nosso corpo astral assume cores e tamanhos diferentes, de acordo com o que passamos durante o dia. A aura é composta por camadas e a mais importante delas é a primeira, em que está a nossa sensibilidade.

Sensibilidade é tudo! É a capacidade de discernir, perceber, ter sensações. Quando a sensibilidade fica mais acentuada, a camada fica mais grossa. Quando está menos densa, ela tende a afinar. Mas essa camada tem ainda outro fenômeno: pode enrijecer. Isso acontece, por exemplo, quando não queremos sentir dor. Enrijece para essa energia desagradável não fluir com facilidade. Trata-se de uma defesa.

A cada sensação negativa que passamos, anéis de insensibilidade ou de rigidez vão sendo criados na aura. É o caso da frigidez, um dos maiores tabus da humanidade. Como moralmente a mulher era proibida de sentir prazer, ela, inconscientemente, enrijecia a região genital e apenas servia ao parceiro, visando exclusivamente à procriação. Por isso, até hoje, é comum muitas mulheres não conseguirem atingir o orgasmo. É o doentio valor moral perpetuando-se nas gerações.

Os tempos mudaram, mas as pessoas continuam tentando enquadrar-se em padrões sociais. Nessa tentativa de adaptação, acabamos nos afastando de nossa natureza. Assim, vamos deixando os instintos de lado, até ficarmos com várias zonas enrijecidas.

Isso faz mal à saúde. Precisamos mudar certas ideias e crenças e parar de dar muito poder aos outros. É importante entender que, ao se impregnar de rigidez, você perde o ponto mais importante do equilíbrio humano: a posse da realidade. Sem ela, você se desequilibra, pois passa a viver de acordo com o que diz a cabeça e não os sentimentos.

Sem sensibilidade, a vida fica sem graça. Se você quer estar bem, comece a viver o seu natural. Não estou falando do normal, viu? Para a sociedade, o normal é viver de forma contida. Ela censura e vê com maus olhos quem vive e sente o prazer. Só são bem-vindos o sacrifício e a dor. É preciso amolecer essa rigidez para viver em paz consigo mesma e aproveitar, ao máximo, tudo o que a satisfaz. Acima de tudo, busque seu prazer!
 Luiz Gasparetto 

9 de mar. de 2012

Você é o que Você Pensa

Nosso subconsciente trabalha na materialização de nossas crenças. Ele não tem senso de humor. Faz sempre o que acreditamos. Não falha. Dessa forma, o fracasso não existe. Você foi sempre um sucesso! Sua vida é obra sua. Você é responsável por suas experiências. Mesmo aquelas que parecem não depender de você foram atraídas por sua forma de pensar.

As coisas não vão bem? Só colhe infelicidade? É hora de perceber como você consegue fazer isso. Certamente não escolheu a atitude adequada para obter bons resultados. Mudando essa atitude, tudo se modificará.

A vida deseja que você desenvolva seus potenciais de espírito eterno e aprenda a ser feliz. A felicidade é nosso destino e só o bem é verdadeiro. Para nos ensinar isso, a vida programa nossas experiências de acordo com nossas necessidades. Através do resultado dessas experiências conquistamos a sabedoria.

Na queixa há sempre uma justificativa para continuarmos a ser como somos, mas há também uma auto-imagem negativa. Você pensa que não pode fazer nada, que é incapaz e não merece. Conforma-se em ser pobre, em ficar em segundo plano, em pensar primeiro nos outros (“é feio pensar em você primeiro”). Acha que, para você ter, outros terão que dar e perder. Como se Deus fosse pobre e tão limitado que para dar a uns teria que tirar de outros. Esses pensamentos são altamente depressivos e atraem infelicidade.

Seu subconsciente obedece às mensagens que você lhe envia. Você tem todo o poder de criar seu próprio destino. Se deseja viver melhor, reconheça isso.

Faça uma lista de suas crenças e até das frases que costuma dizer. Se puser atenção e for sincera, logo vai perceber quais as crenças que são responsáveis por sua infelicidade. Não pense mais nelas. Esqueça-as. Quanto mais se preocupar em eliminá-las, mais pensará nelas e as alimentará.

Trate de cultivar o oposto. Faça afirmações positivas sempre usando o presente. Exemplo: “Eu sou feliz”, “Tenho muita sorte”, “Minha saúde está cada dia melhor”, etc. Escreva-as e espalhe-as em sua casa, nos lugares onde você possa vê-las constantemente. Repita-as várias vezes por dia.

Mas não se esqueça de pôr emoção nelas, acreditar realmente no que afirmar. Ignore aquela vozinha que lhe diz que não vai funcionar. Não custa nada experimentar.

Lembre-se de que todos os problemas de sua vida foram criados por você. Você foi, é e sempre será um sucesso. Suas escolhas podem ter dado um resultado diverso do que você esperava, mas você conseguiu materializa-las. Refletem o que você crê, e o que você crê seu subconsciente materializa.. Pense nisso.

Zíbia Gasparetto


22 de out. de 2011

Às Voltas com Espíritos

Não é necessário que alguém acredite na existência de entidades espirituais para que elas atuem das formas mais diversas na vida das pessoas.

Não se faz indispensável que alguém seja espiritualista a fim de estar às voltas com as ações de Espíritos desencarnados, nos caminhos humanos.

É importante lembrar que a Humanidade terrena é composta por todos os Espíritos que o Criador a ela destinou, em razão da lei de afinidades, e os colocou sob a coordenação de Jesus, o Cristo.

Daí, não será difícil compreender que num mundo com tantas potencialidades, com tantos recursos a serem explorados, como é a Terra, a grande massa dos Espíritos a ele vinculados se acha desencarnada.

Há mais Espíritos no plano espiritual (erraticidade é um termo usado por Kardec mas que só é entendida no contexto espírita) do que reencarnados. Isso explica porque o número dos mortais cresceu tanto, através dos séculos.

Vivendo essa realidade de um mundo considerado em dois níveis gerais, o nível dos que estão no corpo físico e o dos que se encontram fora dele, não é surpreendente a constatação de que ocorram influências recíprocas de um nível sobre o outro.

Imensa é a leva de desencarnados que procura contatar os encarnados, seja para ajudar, em qualquer coisa, seja para participar de qualquer tarefa, ou seja para perturbar, de qualquer forma.

Enorme é a massa de encarnados que deseja contatar os desencarnados, seja para pedir uma ajuda banal, seja para vingar-se de desafetos ou seja para rogar um socorro direto em casos complexos.

Há entidades espirituais que gostam somente de fazer o bem, de ajudar para o bem, de participar de qualquer esforço pelo bem.

No entanto, há outras inteiramente voltadas para o contrário, dando vazão às suas inclinações inferiores, ainda não devidamente transformadas.

Uma vez que você sabe disso, observe o tipo de sintonias, de contatos mentais que faz e que deseja fazer com os Espíritos.

Analise os conteúdos dos seus pedidos dirigidos ao Além e o teor das suas expectativas diante da vida, mantendo a certeza de que quaisquer que sejam suas buscas, alguma entidadeespiritual a elas se associará.

As suas decisões quanto ao seu estilo de vida, as suas relações de afeto ou desafeto, ao rumo que dê às suas realizações na faixa da honestidade ou da desonestidade, funcionarão como tomadas ideais para a sua ligação com nobres mensageiros da luz ou com desafortunados agentes da sombra.

Busque Jesus e una-se a Ele em tudo o que faça. Viva com alegria interior, aprenda a enfrentar e superar problemas sem ódios, sem guardar mágoas de ninguém.

Solte-se. Viva em clima de liberdade espiritual, por conservar o coração e a mente livres de vínculos com Espíritos perturbadores.

Busque Jesus e tudo o que se refira ao bem, e esteja certo de usufruir a melhor assistência invisível, atraída por suas felizes predisposições morais.

* * *

Quando um familiar morre e volta ao mundo dos Espíritos, não se torna melhor nem pior do que era quando no corpo físico.

Por essa razão, não o perturbe com pedidos que ele não pode ou não deve atender.

Confie sempre em Deus, Pai de todos nós, e a Ele dirija a sua prece ou o seu pedido.

Mas lembre-se de levar em conta que o Pai conhece nossas necessidades e sempre nos dá o que precisamos, que nem sempre é o que queremos.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 28 do livro "Para Uso Diário", pelo Espírito Camilo, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.Em 10.09.2009.

27 de abr. de 2011

Ser Paranormal é Normal

A Sensitividade tem atraído minha atenção ultimamente, há momentos na vida que você sente necessidade de tentar conhecer um pouco mais, sobre coisas e fatos que percebemos e não entendemos, ou que não encontramos explicações cientifica e lógicas para tal, dentro do universo do nosso conhecimento até então adquirido.
Sempre que me encontro assim, tendo dúvidas ou sinto necessidade de saber algo ou mais sobre determinado assunto, me cerco de livros e navego pelo Google lendo muito e, considerando ou descartando o que encontro, dependendo da semelhança com os fatos por mim vivenciados, ou que chegaram de alguma maneira ao meu conhecimento.
A Sensitividade, ou Paranormalidade, encontra-se nesse processo de "estudo" e “curiosidade”. Já descobri que esse assunto não é místico e nem esta ligado a doutrinas religiosas e religiões, é fato estudado pela ciência e por grupos especializados, sua regra numero um - “coincidências não existem” - já minha velha conhecida e há muito porque acredito que “nada acontece por acaso”.
Ontem à noite, antes de dormir, me entreguei à leitura de mais um desses livros que adquiri sobre o tema, a cada linha lida fui constatando que não existem mistérios e singularidades, existe sim, falta de informação e conhecimento para algo tão real, como qualquer um dos nossos outros sentidos. Cedo ainda para tirar qualquer conclusão definitiva, mas o suficiente para começar a entender o que é, o já histórico e largamente difundido "Sexto Sentido", que mesmo muito atribuído às mulheres e, sobretudo, aquelas que são mães, não é um sentido tipicamente feminino, muitos homens o possuem também.
Da mesma maneira que muitos são privados de um ou outro sentido, entre os cinco mais comuns, não são todos que o possuem, porém são mais comuns do que se pode imaginar.
Muitas vezes é mais difícil reconhece-los, já que se manifestam de diversas maneiras, e estão mais concentrados na mente e cercados de fantasias e fantasmas.
Apesar de totalmente leiga ainda, já consegui desmistificar esse universo que sempre relacionei a fatos assombrosos, fantasmagóricos e, consequentemente, ligados ao mal. Religiosa que sou, sempre me afastei e tentei ignora-los. Muito mais por medo do que por falta de interesse. O desconhecido sempre nos amedronta, até o momento que a não compreensão de suas manifestações, começam a nos amedrontar ainda mais.
Descobri que não há anormalidade nenhuma e, muito menos, “assombrações” nesse universo. A mente humana é uma faculdade sensorial da inteligência, uma de suas funções é captar as informações que ficam armazenadas nos neurônios cerebrais dos outros sentidos do ser humano. Munido de vontade e determinação, o ser humano tem condições de sintonizar-se com essas regiões cerebrais e levar para a consciência a informação que se encontra armazenada ali.
Um paranormal, é simplesmente aquele que “sabe usar” seus pensamentos e desejos e canalizar suas energias em favor de seus propósitos. Pensar positivo e desejar profundamente são regra numero um. É aprendendo a controlar essa energia que se pode “entortar um garfo”, ou curar-se de uma doença, melhorar o estado emocional ou financeiro.
Dependendo do grau de concentração e determinação de cada um, a interação com a matéria torna-se possível em maior ou menor escala. Meu interesse sobre o assunto não envolve “forças sobrenaturais”, porque essas até hoje só vi em filmes, ele vai até os efeitos do poder da mente e suas manifestações, no nosso cotidiano e nas nossas vidas.
Até aqui, perdi o medo e ganhei um aliado!



14 de abr. de 2011

Sensitividade

Sensibilidade aguçada, sexto sentido ou percepção? Muito difícil definir ou explicar, é necessário sentir e vivenciar essa experiência, que muitas vezes independe de nossa vontade e ocorrem quando menos esperamos, raramente quando queremos que aconteça.

Não existe domínio de tempo, local e, principalmente, de indivíduos. Manifestam-se em forma de sonhos, pensamentos e sentimentos. Surgem do nada, muitas vezes opostas as situações do momento vivido ou fora de lógica.

Quem convive com esse sentimento quase inexplicável, habitua-se a perceber sua presença ao conversar entre conhecidos ou estranhos, na leitura de uma escrita onde fica expressa a opinião ou pensamento de alguém, como uma carta, um comentário ou um documento.

Conversando, por mais atento que esteja, uma nova voz fala junto, às vezes contradizendo o que se ouve, outras acrescentando detalhes desconhecidos ou, até aquele momento, infundados. Difícil conter-se, mas requer cautela. Primeiro porque sempre gera duvidas e segundo, porque pode causar desconfianças e temores. Melhor aconselhar ou calar-se.

Atentar para as “entrelinhas” é costume de muitos, vê-las saltar aos seus olhos chega a ser irritante. Perceber os sentimentos de quem escreve nem sempre é alentador, se desconhecer o semblante do autor, percebe sua aura com várias nuances de cor. Se fizer indiretas, sabe a quem se destina. Mesmo expressas e sem sons, as palavras denotam o tom. Desnecessário entender ou analisar a caligrafia, mesmos digitados, escrever é revelador.

Não é um dom pra ser invejado, com o passar do tempo torna-se tão revelador que chega a ser frustrante Olhar nos olhos de alguém, ou enxergar sua aura, pode até nos privar de decepções, porém é triste “sentir” quando mentem, carregam sentimentos negativos e não são confiáveis.

Há muitos sensitivos por ai, cada um com um modo de percepção; devemos cuidar dos nossos verdadeiros sentimentos e do nosso verdadeiro eu, acreditar que enganamos pode ser uma grande ilusão.

By Nádia Tayar


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