27 de abr. de 2011

Ser Paranormal é Normal

A Sensitividade tem atraído minha atenção ultimamente, há momentos na vida que você sente necessidade de tentar conhecer um pouco mais, sobre coisas e fatos que percebemos e não entendemos, ou que não encontramos explicações cientifica e lógicas para tal, dentro do universo do nosso conhecimento até então adquirido.
Sempre que me encontro assim, tendo dúvidas ou sinto necessidade de saber algo ou mais sobre determinado assunto, me cerco de livros e navego pelo Google lendo muito e, considerando ou descartando o que encontro, dependendo da semelhança com os fatos por mim vivenciados, ou que chegaram de alguma maneira ao meu conhecimento.
A Sensitividade, ou Paranormalidade, encontra-se nesse processo de "estudo" e “curiosidade”. Já descobri que esse assunto não é místico e nem esta ligado a doutrinas religiosas e religiões, é fato estudado pela ciência e por grupos especializados, sua regra numero um - “coincidências não existem” - já minha velha conhecida e há muito porque acredito que “nada acontece por acaso”.
Ontem à noite, antes de dormir, me entreguei à leitura de mais um desses livros que adquiri sobre o tema, a cada linha lida fui constatando que não existem mistérios e singularidades, existe sim, falta de informação e conhecimento para algo tão real, como qualquer um dos nossos outros sentidos. Cedo ainda para tirar qualquer conclusão definitiva, mas o suficiente para começar a entender o que é, o já histórico e largamente difundido "Sexto Sentido", que mesmo muito atribuído às mulheres e, sobretudo, aquelas que são mães, não é um sentido tipicamente feminino, muitos homens o possuem também.
Da mesma maneira que muitos são privados de um ou outro sentido, entre os cinco mais comuns, não são todos que o possuem, porém são mais comuns do que se pode imaginar.
Muitas vezes é mais difícil reconhece-los, já que se manifestam de diversas maneiras, e estão mais concentrados na mente e cercados de fantasias e fantasmas.
Apesar de totalmente leiga ainda, já consegui desmistificar esse universo que sempre relacionei a fatos assombrosos, fantasmagóricos e, consequentemente, ligados ao mal. Religiosa que sou, sempre me afastei e tentei ignora-los. Muito mais por medo do que por falta de interesse. O desconhecido sempre nos amedronta, até o momento que a não compreensão de suas manifestações, começam a nos amedrontar ainda mais.
Descobri que não há anormalidade nenhuma e, muito menos, “assombrações” nesse universo. A mente humana é uma faculdade sensorial da inteligência, uma de suas funções é captar as informações que ficam armazenadas nos neurônios cerebrais dos outros sentidos do ser humano. Munido de vontade e determinação, o ser humano tem condições de sintonizar-se com essas regiões cerebrais e levar para a consciência a informação que se encontra armazenada ali.
Um paranormal, é simplesmente aquele que “sabe usar” seus pensamentos e desejos e canalizar suas energias em favor de seus propósitos. Pensar positivo e desejar profundamente são regra numero um. É aprendendo a controlar essa energia que se pode “entortar um garfo”, ou curar-se de uma doença, melhorar o estado emocional ou financeiro.
Dependendo do grau de concentração e determinação de cada um, a interação com a matéria torna-se possível em maior ou menor escala. Meu interesse sobre o assunto não envolve “forças sobrenaturais”, porque essas até hoje só vi em filmes, ele vai até os efeitos do poder da mente e suas manifestações, no nosso cotidiano e nas nossas vidas.
Até aqui, perdi o medo e ganhei um aliado!



11 comentários:

  1. Amiga, muito interessante esse post. Como sabe, também tenho "super-poderes" (brincaderinha), mas todos nós temos, em maior ou menor grau, de acordo com nosso entendimento interior e consequente evolução.
    Tenho lido muito sobre esses assuntos, mesmo porque em centros espíritas, de umbanda e de candomblé não nos explicam esse "fenômeno". Simplesmente acontece alguma coisa, você fica em transe, volta do transe e pronto! Como assim pronto? E devido a isso, por muitas coisas que aconteceram e acontecem em minha vida e pela minha curiosidade, comecei a ler diversos livros a respeito.
    Não sou budista, mas me identifico muito com Budha, pois ele diz que todos nós somos iluminados, basta olhar para seu interior e descobrir a verdade. E também tudo está interligado: mente, corpo e espírito. Parece simples, né? Mas é muito mais complexo do que imaginamos... mas acredito que estou no caminho!

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  2. Até onde li, ainda não encontrei nada que leve o assunto para o lado religioso ou contradiga qq uma religião. É algo totalmente independente da religiosidade ou crença. O que entendi até aqui é que esta diretamente relacionado ao nosso cérebro, assim começo a imaginar, estou engatinhando ainda, que esse "sexto sentido" está em nós e seu uso e benefícios, ou malefícios, depende de aprimorar seu uso e utilizá-lo em nossa vida. A conotação do "bem" ou "mal", dependerá mais do nosso livre-arbítrio e opção, do que de "inflencias" negativas ou positivas.
    Mas vamos aprender, Pat, estou aberta para troca de ideias e vc sabe ond me encontra.
    Acredito que vou voltar no assunto, como todas, sou uma mulher de fases....rs

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  3. Sim, concordo com você. Mas eu não disse que a paranormalidade tem a ver com religião, muito pelo contrário. O problema é que nos "ensinam" que paranormalidade, mediunidade é coisa de "centro de macumba", rs. E justamente por não concordar com isso, fui atrás, assim como você. Depois de ler alguns livros, vi que a mente é parte responsável por isso, mas engloba também o corpo e o espírito. E debato muito esses assuntos com meu marido, que estuda isso muito mais a fundo do que eu. Acabamos fazendo descobertas que assustam, mas que se for analisado, encaixa perfeitamente. Mas isso é assunto pra mais de metro, rs.

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  4. Depois te passo uma lista de alguns livros que me fizeram pensar muito, a olhar para dentro de mim e descobrir muitas coisas! ;)

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  5. Pat, tb não discordei do que vc falou, apenas "somamos"...rs
    Não gosto de "sentir medo" de algo só pq a simples menção do assunto já me leva a rcer em algo "tenebroso", estou adorando descobrir que não é bem assim...rs
    Esperto sua lista, me manda no e-mail... bjs, madra!

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  6. Marila Hoppe01/05/2011 00:51

    Isso mesmo Patrícia, hoje foi a candidatura do meu pai para vice governador do lions, algum tempo atrás eu estava no banho pensando na candidatura dele flor, e escutei aquela voz falando a palavra já ganhou, já faz alguns meses isso, hoje que foi o grande dia, durante o decorrer do dia eu estava calma, tremia de nervosa, mas estava calma, porque escutei a voz a falando, ganhou, quando fui pegar algo no carro para minha mãe eu ouvi novamente a palavra ganhou, e isso eu escutei algumas vezes durante o dia, estava envolvida na campanha dele, trabalhando e ajudando meus pais com tudo, no fim quando chegou o resultado da votação o meu pai ganhou a eleição, eu estava calma porque ouvi o meu anjo da guarda avisando, meu mentor espiritual, exatamente igual das outras vezes que te contei amiga, e ele estava me acalmando e dizendo que meu pai iria ganhar e ganhou, estamos todos muito alegres, felizes e cheios de felicidade, não adiantou nem o que tentaram fazer contra, deu tudo certo. Amo falar com vocês sobre os nossos doms, acho que só quem já teve alguma experiência sabe o que é ter esse dom, na verdade tem que sentir para saber o que é, isso é o que eu acho, alguém que não entende sempre terá medo, mas ainda bem que temos esse dom, estou em Porto Alegre aqui no hotel, vibrante de alegria. Amo vcs! Vamos de nosso modo aprendendo e cuidando da maneira que a gente sabe e entende de nosso dom. Vivendo e aprendendo. Vou deitar um pouco, estou muito cansada. Até semana que vem! Beijos

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  7. Marila Hoppe01/05/2011 00:54

    Ótimo começo de Maio para vcs, vou deitar agora e fui mesmo.

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  8. Marila, gosto muito qdo vc divide conosco suas experiências "sensitivas", enriquece muito quem se dedica a conhecer o assunto e mostrar o qto essa sensibilidade, tida por muitos como algo "fora do comum", não é bem assim e esta presente no nosso dia a dia.
    Agradeço sua participação e me deixou feliz.
    Bjs

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  9. Marila Hoppe01/05/2011 17:55

    Nádia obrigada, eu gosto de dividir com vocês, porque assim aprendemos juntas. Valeu. Vou lá, que estou hiper cansada, cheguei agora em Torres e vou descansar. Beijos

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  10. Realmente ser sensitivo não está ligado a religião alguma, todos nós somos médiuns independente de religião, uns tem os sentidos mais aguçados, outros não, ou ainda não desenvolveram.
    Quando eu era pequena não gostava das coisas que eu sentia e via porque eu não entendia muitas coisas, hoje em dia que já compreendo o que se passa comigo em alguns momentos até agradeço á Deus por ele ter nos feito assim. Minha família é católica, eu prefiro me definir como espiritualista já não sigo corretamente nem a católica e nem a doutrina kardecista. Beijos

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  11. Disse tudo Aline, precisamos procurar "entender"... E usar de maneira positiva, tanto para nós qto para os que nos rodeia...

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